O que precisa de saber sobre o PROTESTO

Tudo o que quer saber sobre as manifestações do dia 12 de Março e não tem vergonha de perguntar está aqui.

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57 respostas a O que precisa de saber sobre o PROTESTO

  1. Gracias por vuestro apoyo desde Lisboa y Oporto hermanos portugueses.

    Estas “Juventud sin Futuro” y “Geracao Enrascada” conseguirán unidas la Democracia Real para España y Portugal, Juventud CON Futuro.

    Ahí van un par de propuestas de bandera sobre el fondo blanco y azul de la antigua bandera portuguesa, para nuestro nuevo gran pais Iberico que estamos poniendo en marcha.

    Ánimo todos unidos a lo largo y ancho de toda la Penisula Iberica el día 15. Y esto solo es el principio…

  2. Amigos, ver el nuevo video de Democracia Real YA

  3. joao cruz diz:

    Consciência

    Seu eu pudesse deixar algum presente a vocês, deixaria aceso o sentimento de amar a vida dos seres humanos. A consciência de aprender tudo o que foi ensinado pelo tempo.

    Lembraria os erros que foram cometidos para que não mais se repetissem; a capacidade de escolher novos rumos.

    Deixaria pra vocês, se pudesse, o respeito àquilo que é indispensável.

    Além do pão, o trabalho. Além do trabalho, a acção.

    E, quando tudo mais faltasse, um segredo: o de buscar no interior de si mesmo a resposta e a força para encontrar a saída.

    Eu continuo a acreditar num futuro melhor que este que nos querem oferecer e acho que a luta ainda agora está no inicio!

  4. João Carvalho diz:

    Parabéns à organização, parabéns a todos nós que lá estivemos.
    Foi uma ENORME manifestação. Nenhum governo pode ignorar o que se viveu hoje no país.
    Independentemente de quem vá para o poleiro nenhum se poderá esquecer de que “O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ ESQUECIDO”. Nunca mais nos calaremos!!
    Que se organize já a próxima para que o nosso descontentamento não caia no esquecimento!!
    Obrigado a todos por este dia lindo.

    • maria diz:

      Eu tambem fui a manifestação,alias vou a muitas e grandes manifestações em que tenho participado,sou doutra geraçao mas tambem estamos a rasca,mas tenho jovens na familia com os mesmos problemas, agora só queria deixar o apelo para o próximo dia 19 sábado,que participem,que seja mais uma grande manifestação de protesto e repúdio contra estas politicas neo-liberais que nos tem explorado e sacrificado e aos nossos filhos.Vai ser uma grande manifestação

  5. 9 de Abril nova manifestação! O evento em Angra do Heroismo já está criado! http://www.facebook.com/event.php?eid=205854699426339
    A luta tem de continuar, temos de ter uma voz constante na sociedade, não podemos ficar por aqui!

    Cumprimentos e obrigado a todos aqueles que marcaram este dia na História de Portugal!

    Arranquem com o 2ºprotesto camaradas!

  6. SE FOI FEITO PARA O FUTEBOL, PORQUE NÃO O FAZEMOS PARA A DEFESA DA NOSSA QUALIDADE DE VIDA? COLOCAR CARTAZES COM A INSCRIÇÃO “ESTOU À RASCA” NOS CARROS E JANELAS DE CASA!

  7. MNN diz:

    Esta enorme manifestação pluri-urbana, que juntou anseios, expectativas, desejos e revoltas distintas, não é para ser analisada na lógica do gosto/não gosto, concordo/não concordo, tem é que ser percebida, meditada e que da mesma sejam retiradas lições. Esta manifestação não é um problema para a classe política…é talvez a melhor oportunidade que lhe foi dada nas últimas décadas.

  8. vasco diz:

    Olá ,
    Gostaria apenas de vos dar os parabéns, confesso que ia com algum receio, sobretudo porque houve a tentativa, por ventura intencional, para nos fazer crer que isto era uma manifestação de ruptura de gerações e não de ruptura com esta gente corrupta que nos tem governado todos estes anos.Portugal precisa dos netos, dos filhos , dos pais , dos avós. O que não precisa é de ladrões e vendilhões do País.
    Peço-vos atenção pois como tenho lido, sobretudo de um oipinão maker como José Manuel Fernandes e companhia que querem utilizar isto para tornar ainda maior a precaridade , a facilidade no despedimento, o trabalhar quase de borla, o fazer-nos ter medo etc etc.
    Só vos peço que não parem e nunca se deixem instrumentalizar por ninguém.está na hora da revolta e de mandarmos no nosso destino.
    Obrigado.

  9. Clique diz:

    Entrevistas a Fernando Tordo, Rui Veloso e aos Homens da Luta durante a manifestação de Lisboa: http://e-clique.com/m3-portugal/2011/03/12/clique-em-direto-com-a-geracao-a-rasca-em-actualizacao/

  10. Alex diz:

    O justo acabará por pagar pelo pecador, como sempre, pois já apareceram os “queimados das fitas” a abandalhar tudo, os meninos abestalhados pelo álcool e ganzas, a dizer baboseiras e a fazer figuras tristes para os media, “tipo, ‘tou aqui, porquê? Sei lá, tipo isto ‘tá mal, hehehheehe”. Em 1969 houve firmeza na luta e coragem para suspender festas académicas, houve VERDADEIRO luto académico. Hoje seria impensável, ai de quem se atrevesse a tirar a festa aos meninos, pelos vistos isto não está assim tão mal, as Queimas das Fitas por todo o país vão de vento em popa, qual crise!? Todos os dias e noites há dinheiro com fartura nos bares e discotecas, para onde vão de carro e com a roupinha da moda. Venham ver Coimbra.

    • Miguel P. diz:

      Ainda bem,

      Ainda bem que ainda há dinheiro, não querias que fossem todos pobres?
      Ainda bem que não suspendem as festas, não têm todos que se submeter a uma ditadura de pensamento.
      Ainda bem que nem todos que vão aos protestos são de extrema esquerda (nem de extrema direita, claro), eu não quero cá Cuba, nem Coreia do Norte, para isso prefiro bem o meu Portugal actual.
      Ainda mal, que muita gente tinha ido para as manifestações, sem ter noção do que muitos iam lá defender, dizer eu quero isto ou eu quero aquilo, sem ter em vista as soluções, ir lá dizer quero que tudo caia do ceú, quero que se aumente os funcionários públicos, não obrigado, somos dos países do mundo com mais funcionários públicos.
      A nossa situação é complicada, mas é porque temos um sector privado que cria poucos empregos e sector público que cria a mais, é um problema da sociedade cívil e não se resolve em manifestações, porque as manifestações não inventam dinheiro e quem tem dinheiro para pagar é que emprega.
      Somos contra a riqueza e a ambição e depois queremos receber riqueza e ter acesso à progressão na carreira.
      A Alemanha precisou de uma ditadura fascista e outra comunista para se tornar moderada e para dar excelente qualidade de vida e emprego em abundância aos seus cidadãos, espero que não venha aí uma ditadura comunista para nos fartarmos desta conversa.
      Para terminar, sinceramente comparar a nossa qualidade de vida nos anos 60, 70 e 80 com a actual é quase ridiculo, nessa altura mais de metade da população morria a fome, não ia a escola, ganhava e comia pouquissimo e ninguém ia para a faculdade, não havia televisão nem carros, isso era para ricos.
      Quando é que vamos perceber que só temos direito aquilo que conquistamos.
      Eu não sou rico, sou bolseiro de investigação e não tenho contractos para a vida, mas sinto que tenho um caminho a percorrer, se não fosse eu a conquistar nem sequer tinha interesse.
      Lamento não pensar como as pessoas de extrema esquerda, lamento…
      E lamento não me iludir com a mensagem passada pela extrema esquerda ao povo, o estado dá, o estado não dá esse dinheiro é retirado do imposto das pessoas que serviria, por exemplo, para criar emprego…porque quer queiram quer não, ou vivemos em Cuba só com funcionários públicos e pobreza extrema ou quem criar em prego em quem tem dinheiro…
      Não adiante fugir à realidade e dizer eu quero…eu quero…ou …eu não gosto disto…ou não gosto daquilo…isso não é lutar pelas coisas é agir como um doente de depressão…que cada vez se enterra mais no seu próprio descontentamento.

      • Eduardo Louro diz:

        Mas porque raio é necessário ás pessoas catalogar, usar rótulos, para justificar atitudes??? Não é possível haver o protesto pelo protesto??? É ingénuo?!?!? Então porque raio vivemos em Democracia??? Se temos sempre de dizer:”aquele gajo além, é da esquerda!!!” ou “aquela gaja além, é da direita reacionária”, então porque precisamos de usar o monólogo direita/esquerda nas conversas? O Mundo é assim tão vazio de cores? É assim tão cinzento e preto? Não há opção? Não há escolha? Só direita ou esquerda???
        É tempo de mudar. É tempo de ousar. É tempo de agir.
        Existem coisas boas e más na esquerda. Existem coisas boas e más na direita. Esqueçam as diferenças, unam-se num só obejectivo, em vez de se centrarem no que vos divide!!!
        Viva Portugal UNO!!

  11. Ybell Castro diz:

    Desagrada-me como português de direito e contribuinte activo por conta de outrem há cerca de 19 anos ver associado a este movimento os falsos e os demagogos que não contribuem para a sociedade da qual reclamam, mas da qual se acham ter os mesmos direitos dos outros. Vou estar na manifestação mas não vos reconheço mérito algum ou legitimidade para ali estarem presentes. Tenham vergonha. Parte da culpa do que acontece hoje em Portugal é também vossa. Vou pelos meus filhos e por todos os meus antepassados que me dão o direito de expressar a minha indignação perante um conjunto de chulos que destruiram numa geração cerca de 900 anos de história apenas para satisfazer as suas patéticas ansias de comidas gourmet, spas, fashions, e outras patetices de uma sociedade desinformadas e analfabeta.

    Vivemos ainda o ” Triunfo dos Portos”.

  12. Luis diz:

    O CRIMINOSO!
    És tu o criminoso, ó Povo, já que és tu o Soberano. És, é verdade, o criminoso inconsciente e ingénuo. Votas e não vês
    que és vítima de ti mesmo. Contudo, não reparaste ainda por experiência própria que os deputados, que prometem defender-te, como todos os governos do mundo presente e passado, são mentirosos e impotentes?
    Sabe-lo… e queixas-te disso! Sabe-lo e nomeia-los! Os governantes, quaisquer que sejam, trabalharam, trabalham e trabalharão pelos seus interesses, pelos das suas castas e das suas súcias.
    Onde foi e como poderia ser de maneira diferente? Os governados são subalternos e explorados: conheces algum
    que o não seja?
    Enquanto não tiveres compreendido que só a ti cabe produzir e viver à tua maneira, enquanto suportares – por medo
    – e fabricares – por crença na autoridade necessária – chefes e directores, fica também a sabê-lo, os teus delegados e os teus amos viverão do teu labor e da tua patetice. Queixas-te de tudo! Mas não és tu o autor das mil chagas que te devoram?
    Queixas-te da polícia, do exército, da justiça, das casernas, das prisões, das administrações, das leis, dos ministros, do
    governo, dos financeiros, dos especuladores, dos funcionários, dos patrões, dos padres, dos proprietários, dos salários, dos desempregados, do parlamento, dos impostos, dos fiscais da alfândega, dos possuidores de rendimentos, da carestia dos víveres, das rendas dos prédios rústicos e urbanos, dos longos dias de trabalho na oficina e na
    fábrica, da magra ração, das privações sem conta e da massa infinita das iniquidades sociais.
    Queixas-te, mas queres a manutenção do sistema em que vegetas. Revoltas-te, por vezes, mas para recomeçar sempre no mesmo. És tu que produzes tudo, que lavras e semeias, que forjas e teces, que amassas e transformas, que constróis e fabricas, que alimentas e fecundas!
    Porque não consomes até à saciedade? Porque és tu o mal vestido, o mal alimentado, o mal abrigado? Sim, porque és o Zé Ninguém sem pão, sem sapatos, sem morada? Porque não és o senhor de ti mesmo? Porque te curvas, obedeces,
    serves? Porque és tu o inferior, o humilhado, o ofendido, o servidor, o escravo?
    Elaboras tudo e nada possuis? Tudo é por ti e tu nada és.
    Engano-me. És o eleitor, o maníaco do voto, o que aceita o que é; o que, pelo boletim de voto, sanciona todas as
    misérias; o que, ao votar, consagra todas as suas servidões.
    És o criado voluntário, o doméstico amável, o lacaio, o serviçal, o cão que lambe o chicote, que rasteja diante do
    pulso teso do dono. És o chui, o carcereiro e o bufo. És o bom soldado, o guarda-portão modelo, o locatário benévolo. És o empregado fiel, o servidor dedicado, o camponês sóbrio, o operário resignado com a sua própria escravatura. És o carrasco de ti mesmo. De que te queixas?
    És um perigo para nós, homens livres, para nós, anarquistas. És um perigo de igual modo que os tiranos, os senhores
    que crias para ti próprio, que nomeias, que apoias, que alimentas, que proteges com as tuas baionetas, que defendes com a tua força de bruto, que exaltas com a tua ignorância, que legalizas com os teus boletins de voto – e que nos impões com a tua imbecilidade.
    És bem o Soberano que bajulam e levam à certa. Os discursos lisonjeiam-te.
    Os cartazes prendem-te a atenção; gostas das parvoíces e que te façam a corte: satisfaz-te, enquanto aguardas que te
    fuzilem nas colónias, te massacrem nas fronteiras, à sombra ensanguentada da tua bandeira.
    Se línguas interesseiras lambem à volta da tua real bosta, ó Soberano! Se candidatos sedentos de posições de chefia
    e atafulhados de banalidades escovam o espinhaço e a garupa da tua autocracia de papel; se te embriagas com as lisonjas e as promessas que te vertem os que sempre te traíram, te enganam e vender-te-ão amanhã: é porque te pareces com eles. É porque não vales mais que a horda dos teus famélicos aduladores. É porque, não tendo podido elevares-te à consciência da tua individualidade e da tua independência, és incapaz de te emancipar por ti mesmo. Não queres, portanto, não podes ser livre.
    Vamos, vota bem! Tem confiança nos teus mandatários, acredita nos teus eleitos.
    Mas deixa de te queixar. Os jugos que suportas, és tu mesmo que tos impões. Os crimes de que padeces, és tu que os
    cometes. És o senhor, és o criminoso e, ó ironia!, és o escravo, és a vítima.
    Nós, saturados da opressão dos amos que nos dás, saturados de suportar a sua arrogância, saturados de suportar a tua
    passividade, vimos chamar-te à reflexão, à acção:
    Vamos, tem um bom movimento: despe o hábito estreito da legislação, lava o teu corpo rudemente, a fim de que
    rebentem os parasitas e a bicharia que te devoram. Só então poderás viver plenamente.
    O CRIMINOSO É O ELEITOR!

  13. Luis diz:

    Portugal é um País democrático. Porém, a democracia implementada em Portugal utiliza a arma dos votos para legitimar uma série de pequenas ditaduras instituídas, inibindo a população portuguesa de discutir certos temas considerados fracturantes.
    Começa logo pela forma de Chefia de Estado, que foi imposta numa Constituição nunca sufragada e que proíbe outra forma de governo que não a forma Republicana. A única possibilidade de permitir uma consulta popular ao sistema político português, seria a de alterar o artigo 288º, alínea b) dessa Constituição, sendo para isso necessário existirem mais de dois terços de deputados verdadeiramente democráticos, bem formados e justos, razão pela qual me atrevo a escrever que vai tardar a chegar esse dia.
    Mas estes receios de consulta popular não são de admirar. Foi sem consulta popular que aderimos à Comunidade Económica Europeia, à União Europeia e finalmente ao espaço Euro. Nunca se consultou a População. Isto porque os nossos Governantes consideravam que a população que os elegeu não era suficientemente preparada para decidir tais temas. Foi uma forma elegante de denominar o Povo de ignorante e de incapaz, razão pela qual que não deveria ter direito de opção nos destinos mais relevantes para o futuro de Portugal. Esse mesmo Povo, segundo os governantes, deverá apenas cingir-se a eleger os deputados pois na realidade, esses representantes da Nação, acabam sempre por ser impostos nas listas eleitorais por uma Direcção Partidária Nacional.
    Curiosamente, assistimos recentemente à discussão sobre a redução do número de deputados do nosso Parlamento. Devo referir que até sou favorável a uma redução do número de Deputados tal como a maior parte dos portugueses. Mas a questão é mais profunda que a redução de uns tantos deputados. Para que houvesse lugar a essa redução, seria necessário alterar a forma das Eleições Legislativas. Deveria ser dado ao votante a opção de escolher o Primeiro-Ministro e o Parlamentar que o vai representar no Parlamento. Obviamente que o candidato a parlamentar apenas poderia concorrer pela sua área de residência ou de naturalidade, pela simples razão de haver uma maior probabilidade de o candidato saber quais os problemas, as ânsias e os sonhos dos seus eleitores. E para existir uma maior aproximação do eleito para com o eleitor as eleições dos deputados deveriam ser efectuadas através de círculos uninominais.
    Infelizmente, a intenção que está associada à redução do número de deputados não tem um objectivo de poupança de dinheiro do erário público nem de aproximação do eleito ao eleitor, mas sim uma divisão do País em dois Partidos, transformando os outros Partidos em “bandos residuais”. Ficariam assim criadas as condições para uma democracia ditatorial de alternância com uma nova “Ordem Nacional”. Essa nova “Ordem Nacional” teria como cabeça principal a Maçonaria. Não é por isso estranho que a Maçonaria se multiplique em esforços, principalmente na última década, de equilibrar os seus membros entre os dois maiores Partido Nacionais. Obviamente que esse equilíbrio tem como intenção, e independentemente de quem esteja no poder, a existência de um objectivo comum e sem interferências.
    Mas também existe uma ditadura democrática nos cargos que acabam por ser escolhidos pelos partidos. E são inúmeros os casos em que esse poder passa de pais para filhos. E não porque sejam competentes, pois a maior parte nunca trabalhou na vida além da política. São assessores, vereadores, presidentes de Câmaras e mesmo administradores de empresas públicas. Todos jovens, à procura de um primeiro emprego para ganhar curriculum e uma carreira promissora. Todos bons rapazes, sem problemas financeiros, sem noção dos problemas reais do País e dos portugueses, apenas preocupados em garantir os seus devaneios luxuriosos e sem preocupação na defesa da causa pública. Seria interessante analisar o que se passou nas Câmaras Municipais ou nas Juntas de Freguesia nos últimos 20 anos. Seria mesmo muito interessante efectuar um estudo sobre os concursos para funcionários autárquicos. Esse estudo deveria analisar quantos dos concorrentes que ficaram nos quadros das autarquias eram filiados dos Partidos ou das suas juventudes partidárias, ou filhos de autarcas ou mesmo de antigos funcionários camarários. Os números seriam assustadores. E eu que sou monárquico, e que os vejo não concordar com a transição hereditária do Chefe de Estado, vejo-os a transmitirem os poderes de pais para filhos, utilizando a arma de que foram legitimados pelo Povo. Mas essa é a grande diferença. É que um monárquico, apenas considera que o único cargo político que passa de pai para filho, após muitos anos de preparação, é o de Chefe de Estado. E para tal acontecer, esse filho tem de o merecer e de estar preparado para essa função. Para um monárquico, o cargo de Chefe de Estado só é hereditário por ser um garante de que essa pessoa carrega em seus ombros toda a História de Portugal. E é mais fácil preparar um Chefe de Estado desde tenra idade para desempenhar as suas obrigações com isenção, sem corrupção e com um único objectivo de defender o que é melhor para Portugal. Nunca deverão, os outros cargos públicos ser hereditários.
    Mas assim vai esta República Portuguesa, em que a corrupção é sempre desculpada, os denunciantes são perseguidos, os meninos dos partidos vão tendo emprego garantido nas Câmaras Municipais com concursos públicos de isenção duvidosa, as nomeações políticas vão surgindo com incompetentes a terem ordenados principescos nas empresas públicas, os Primeiros-Ministros são acusados de várias imoralidades mas tudo vai sendo desculpado, os Governadores do Banco de Portugal não têm culpa das fraudes do sistema bancário, os jornalistas são saneados por influências políticas e os Presidentes suspeitam que são controlados por escutas e espiões.
    E enfim, Portugal está entregue a estes iluminados mentais e materiais que não crescem por mérito nem pela seriedade mas sim pelos conhecimentos, pela corrupção ou pela submissão, também conhecida pelo “lambe-botismo”.

  14. Revolution diz:

    Espalhem isto.
    http://www.facebook.com/notes/pedro-pozas-terrados/los-ciudadanos-de-islandia-dan-una-lecci%C3%93n-al-mundo/10150117235782068

    Temos de seguir o exemplo da Islândia. Espalhem!! Não precisamos de ter este caminho porque não é a solução. A “austeridade” não temos de ser nós a pagar por isso. E podemos e devemos em consciência pôr em tribunal e julgar os crimes cometidos por Sócrates e governo. Na Islândia os responsáveis pela crise foram presos! Nacionalizaram banca, entre outras coisas. Leiam, está em espanhol mas lê-se bem. O que importa é a mensagem que contém. Espalhem!!

  15. Luís Miguel diz:

    Força Jovens ! Mostrem que é com a juventude que também se constroi um País.
    Ponham os olhos no Japão , América , Dinamarca , Noruega , etc,etc, .
    Chega de demagogia e mentiras do governo socialista .Com socialismo e comunismo não vamos a parte alguma.Ou seja , os grandes cada vez com mais poder (Roubar) e a classe média cada vez mais pobre . Só os grandes é que teem direito á vida?
    A maioria dos Portugueses não querem de Portugal uma nova Cuba,Iraque,Libia,Zimbabwe,etc. de Países comunistas/Socialistas . BASTA
    Eu Vou.Eu Vou

  16. João Santos diz:

    Estou completamente do vosso lado e este “grito” tem todo o meu apoio. Mas digam-me uma coisa: “manifestação pelas principais cidades do país”. Fui à procura de Aveiro e parece que já nem aparece no “vosso mapa”. Porquê?

  17. francisco ferreira diz:

    Eu vou porque não quero mais ditadura em Portugal, nem me esqueci do fascismo porque passei. Lembro os jovens desempregados e os ricos, cada vez mais ricos,e a subirem no ranking mundial dos mais..mais..
    estou contra estes “ditos”politicos que ainda têm o descaramento de vir para os meios de comunicação dizer-nos para apertarmos ainda mais o nosso magro orçamento.Por estas e por outras lá estarei. Viva o 25 Abril e Viva um Portugal mais solidario e justo com trabalho,educação, justiça, para todos, e não só para alguns. BASTA

  18. Evaristo diz:

    Afinal este blog é anti-democratico, pois apaga as msg de quem não concorda com voçês.

    Conclusão voçês são =PS=PSD

  19. Bruno Valente diz:

    Sem espinhas e em bom Portugues meus amigos, posso disser… EU VOU CARALHO!!!

  20. Miguel P. diz:

    Protesto da Geração À Rasca – CAUSA E SOLUÇÕES- UMA BOA PERGUNTA PARA OS MANIFESTANTES.

    Boa Tarde,
    Parece muito bonito dizer que se organiza uma manifestação sem lider, apolítica e cada um com um manifesto diferente.
    Mas a minha questão é muito simples e pragmática, o que adianta ir para a rua dizer, não quero mais isto, não quero mais aquilo, alguém, nessa manifestação vai falar da CAUSA do problema, alguém vai arranjar uma SOLUÇÃO CONCRETA, para se arranjar MILHÕES DE MILHÕES DE EUROS, para se pagar ordenados mais altos aos Milhões de Jovens Portugueses? Alguém vai dizer como arranjar esse dinheiro e criar esses empregos???
    Reparem, eu posso ir para a RUA dizer, quero Carro novo, quero dinheiro para criar 3 filhos e aumentar a natalidade, quero emprego com ordenado alto, por eu dizer isso, isso vai cair do CÉU? A sociedade para nos dar algo em troca tem que té-lo. Alguém tem alguma solução para isso? Para esse dinheiro e esses empregos aparecerem?
    Até parece aquelas crianças que dizem ao pai, EU QUERO ISTO, EU QUERO AQUILO e não sabem de onde vem o dinheiro.
    E isto é uma exigência do tipo, EU QUERO QUE DE REPENTE APAREÇA EMPREGOS, CONTRACTOS E DINHEIRO, JÁ.
    Ainda assim, tendo em conta que os políticos levam a sério a manifestação, que é apolítica, Qual é a solução para acabar com a precariedade? Não se esqueçam que as pessoas de direita que vão à manifestação (visto se apolítica) tem soluções opostas às pessoas de esquerda que lá vão estar. Vão todos juntos mas todos pensam de forma contrária.
    Já ouvi a seguinte solução de pessoas de direita: aumentar a precaridade nos mais velhos para a diminuir nos mais novos? As pessoas de esquerda vão aceitar que os seus pais fiquem em situação mais precária, para eles receberem dinheiro?
    A solução não é dizer: “acaba-se a precariedade” e toda a gente fica, de repente, rica e começa a chover euros para pagar a todos os jovens portugueses para trabalharem com contractos de grande estabilidade, quando não existe, nem emprego nem estabilidade para isso.
    Não percebo uma manifestação sem SOLUÇÕES, acabar com a penalização legal do aborto é uma coisa diferente, é só legislar, neste caso é preciso Dinheiro e de onde é que esse dinheiro vai aparecer?
    Eu acho super interessante as soluções:
    QUAL A CAUSA E A SOLUÇÃO?
    SE ALGUÉM SOUBER ATÉ PODE SER QUE GANHE UM PRÉMIO NOBEL E COM O PRÉMIO DEIXE PARA SEMPRE DE SER PRECÁRIO.

    • julio sabino diz:

      Concordo plenamente, é que há + ou – 37 anos eu pensava mais ou menos assim.

    • Orlando diz:

      Trabalhas 30 dias o salário só da para 15 o que é isto?
      (Eles nunca tem nunca podem só nós temos e podemos tudo)

    • gregorsamsa diz:

      Miguel P. (parolo)

      Deves ter esse cuzinho bem recheado, deves…
      Deixa de ser parolo OH SALOIO PROVINCIANO.
      Ao menos reclamamos e tomamos uma posição, assim é que não pode continuar, porque sabemos muito bem que isto não é um problema só da crise nem do governo, é culpa das pessoas(portugueses de mentalidade pequena!) que passaram pelos governos neste últimos 30 anos, deviamos ter aproveitado e tomado medidas estruturais, mas não chegamos ao poder, e baixamos as calças aos interesses ( e não às empresas que produzem algo de certeza..)
      Quanto a ti…se fores um jovem…tens uma mentalidade que nem a minha avó tem, acorda “moço”!

    • Aloisio diz:

      Deves ter essa barriguinha cheia,
      senao nao falavas asssim
      mas……..
      tbm nao vou
      e pq?nao posso
      força a quem vai

    • Marta Rosado da Fonseca diz:

      Parem com o mau uso do dinheiro dos contribuintes. Ponham a máquina do Estado a trabalhar em prol de todos. Aumenta-se assim a produtividade e a riqueza! Se tiver consulta médica no Centro de Saúde quando preciso (quando estou doente e não um mês depois de ter estado uma semana em casa sem saber o que tinha) , se não tiver de perder um dia de cada vez que preciso “comunicar” com o Estado, talvez consiga criar mais riqueza e assim partilhá-la.

  21. Eu vou..

    Vou como vou a algumas reuniões do clube dos pensadores

    Vou como fui às manifestações do piolho em 1968 /70

    vou como fui defender o ultramar

    vou como fui aplaudir o 25 Abril

    vou como fui defender a Radio em Tenente Valadim

    vou como fui defender a rádio renascensa à Lousa

    vou como fui atravessar a ponte de D. Luis contra o Rasp

    vou como fui defender o 11 de Março
    e o 25 de Novembro.

    Vou porque estou solidário com esta geração a quem tudo prometeram

    até a liberdade de se libertarem dos valores que os “velhos” pretendiam a todo o custo incutir-lhes alertando-os dos perigos que corriam com o facilitismo e a politica de bordel que lhes prometiam.. VÃO PAGAR BEM CARO.. OS JÓVENS E TODOS AQUELES QUE SE PREOCUPARAM COM ELES……..

    CUMPRIMENTOS

    Vou como sempre tenho ido em defesa do meu país e de acordo com a minha consciencia.

    FARTO DE SER ENGANADO PELAS PROMESSAS DE CIRCUNSTANCIA..

  22. Rui Santos diz:

    Esta é a minha folha A4

    Desde já quero agradecer-vos pela criação deste protesto, ainda que pacifico reflecte perfeitamente o desgosto dos portugueses. Também sou um membro da geração à rasca, ainda que não tenha terminado o curso, que não vê melhoras nas condições de trabalho e sociais deste país. Acredito que quando as classes políticas, nacionais ou internacionais, se entregam por inteiro aos interesses económicos, defendendo-os com unhas e dentes, é a sociedade, neste caso em especifico os jovens que saem a perder acabando sem qualquer tipo de suportes, apoios ou âncoras. É impensável que num país desenvolvido se estejam a viver estes períodos, quando o homem tem ao seu alcance todas as ferramentas para fazer o bem, e para resolver de uma vez por todas e para sempre todos os problemas e questões de fundo que atrofiam o correcto desenvolvimento do homem enquanto sociedade e enquanto conjunto.

    Sou mais um doutor deste país de baixos salários, de trabalhos precários, onde quem quer ter experiencia profissional paga para trabalhar e assim ter mais um ponto a seu favor no currículo. Rui Santos é o meu nome, 22 a minha idade, estudo Arquitectura, a mais humana e antiga das artes. Estudo na Universidade de Évora, onde sob um clima opressivo, em que se saí-mos da sombra do mestre, não valemos nada e jamais seremos alguém, tão pouco acabamos o curso em tempo útil. Durante o presente ano lectivo, ainda não me foi possível assistir a uma única aula, tão pouco honrar os pagamentos das mensalidades deste ensino público (hã?). A razão que está por detrás desta situação é muito simples, trata-se do desemprego da geração (pós) baby-boom, que como é óbvio não poderá ser dissociado do nosso, uma vez que acaba por estar co-relacionado. A juntar a isto está o processo de atribuição de bolsas de estudo por parte da Direcção Geral do Ensino Superior, que mais não é que um sketch do Gato Fedorento acerca de um tal papel. De reparar que já o segundo semestre vai avançado e nada de bolsas…

    Associo-me ao protesto Geração à Rasca, ainda que não me seja possível estar presente na manifestação pelas razões anteriormente mencionadas. Louvo este movimento, uma vez que sinto na pele e se não sinto irei sentir com certeza, que é praticamente impossível entrar no mercado de trabalho de forma a ser totalmente independente e autónomo financeira e (mais importante) intelectualmente. É praticamente impossível viver com a certeza de que não se irá ter emprego na área de formação (pois se estudo arquitectura, é porque não quero ser engenheiro) e com a incerteza de ter emprego. Não entendo este protesto como sendo exclusivo a recém-licenciados, mas sendo um protesto do povo, pois os licenciados são filhos e pais de alguém e ninguém está bem com o mal dos seus. Assim acredito que a comunidade estudantil (não só os alunos, mas também os professores) deve ter uma opinião ainda mais relevante e uma atitude mais activa, pois é hoje que se prepara o futuro.

    Este movimento será a primeira pedra de uma sucessão de acontecimentos, mais ou menos independentes que irão ter lugar neste país. Acredito que só por presença ou voz, não iremos mudar o estado de sítio em que nos encontramos, essa mudança só irá ocorrer durante toda a sucessão de acontecimentos que mencionei, porém fico feliz de ver que o nosso Chico-espertismo também serve para que nos unamos na mudança do nosso país.

    À Rasca, já basta! Não?

  23. Ascensao diz:

    Concordo e dou força ao protesto.
    Devo porém lembrar que à rasca estão também muitos dos velhos que com as suas magras reformas sustentam muitos jovens que passaram a ter a visibilidade que a eles sempre foi negada.

  24. Gualter diz:

    Amanhã o Centro de Média Independente – Indymedia Portugal vai tentar fazer cobertura ao minuto das manifs. Os repórteres são vocês, não hesitem em escrever microinfos directamente da manif (quem tiver acesso à net móvel) ou enviar os relatos, fotos e videos ao fim do dia.

  25. Arrebenta diz:

    Há um cavalheiro que se quer meter no meio disso tudo, embora seja o principal responsável pelo pântano em que se tornou a sociedade portuguesa.
    Este é o seu retrato sucinto, para quem o desconheça.
    Foram sempre lobos com pele de cordeiro que assassinaram gerações e sociedades

    http://braganzas.blogspot.com/2011/03/o-mais-curto-mandato-de-cavaco-silva.html

  26. a mendes diz:

    meus amigos a questão de haver democracia em regimes ditos comunistas e um fato que não existe, mas quem se entenreça pela causa da democracia não pode deixar passar em branco que o verdadeiro comunismo nunca existiu em qualquer parte do mundo houve alguma experiência de socialismo em algumas partes do mundo tendo como etapa final o comunismo dizer que os comunismo não e democrático e os comunistas não o são e completamente errado não se pode atacar um ideal politico pelo o fato de esse ideal ser defendido por falsos comunistas durante décadas não se pode dizer que o comunismo não e democrático,este e uma pequena opinião que eu tenho face ao apoio de dito comunistas do p”c”p e dos ditos comunistas em geral,mas direi com toda a convicção que os verdadeiros comunistas são verdadeiramente democratas e estão com a causa que os jovens revendi cão . No próximo dia 12 O VERDADEIROS COMUNISTAS ERÃO ESTAR PRESENTE VIVA A LUTA DOS JOVENS POTUGUESES

  27. Ana Oliveira diz:

    Obrigada!!!

  28. Joao Carlos Martins diz:

    Liberdade é permitir expressar-se livremente, com responsabilidade e rigor. Qual é o regime comunista que garante essa liberdade? Alguém conhece algum?
    Como podem convidar o PCP para participar se eles não reconhecem, nem praticam essa liberdade?

    • Rogério Pereira S. Branco diz:

      Por favor, não metam partidos “nisto”. São eles os grandes causadores de todo
      o declínio, desde o 25 Abril. Não me velham com a democracia sem partidos.
      Considero que ser democrata, está na educação que nos deram. Esta democracia, é deles. Só deles. RB

      • a mendes diz:

        A questão não e saber que a democracia é com partidos ou não, a questão é esta a juventude tem rezão ou não se estamos com ela se a vamos apoiar neste dia 12 independentemente dos partidos ou não, a sua luta e justa e do meu ponto de vista devemos de apoiar.

    • a mendes diz:

      Nenhum regime comunista não tem democracia, pelo simples fato de não serem comunistas. A sociedade comunista só pode ser democrática! —————não quero dizer com isso que o PCP é comunista ou democrata, Mas o comunismo e os comunistas tenho a convicção que o são.Mas isto seria para outra discussão que não aqui, está em causa as revindicação que os jovens hoje em dia tem e com rezão e amanhã dia 12 eram se manifestar e devem de ter todo o apoio dos verdadeiros democratas, e de todos os explorados deste PAÍS PORTUGAL.

  29. Joao Carlos Martis diz:

    Desenrasquem-se! Porque não alinho com os supostamente enrascados

    Porque não me parece que o movimento não me parece que seja tão espontâneo quanto quer fazer crer, evidenciando sinais de organização como a tentativa de boicote de um comício de um partido democrático. Ninguém vai espontaneamente para boicotar um comício “armado” de megafone.

    Porque desconfio de um movimento com fortes apoios e patrocínios por parte de alguma comunicação social, com direito, por exemplo, a uma coluna permanente na edição online do jornal Expresso.

    Porque desconfio de movimentos que visam directamente o ataque ao poder democraticamente eleito, bem como de manifestações que são supostamente contra a classe política instalada que contam com o apoio de toda essa classe política instalada, tendo mesmo o alto patrocínio de Cavaco Silva, Presidente da República e o político que se diz não político mas que foi quem durante mais tempo esteve à frente dos destinos do país (um governo como ministro das Finanças, parte de uma legislatura como primeiro-ministro, duas legislaturas como primeiro-ministro sem oposição, um mandato como presidente com direito a mais outro mandato presidencial), sendo o grande mentor do modelo social e económico de que os enrascados se queixam.

    Porque os meninos-bem que têm dado a cara pelo movimento estão longe de representar os jovens que enfrentam maiores dificuldades, esses à hora da manifestação estarão a fazer reposições em supermercados e a desenrascar-se como podem. Não posso confundir o jovem que não tirou qualquer curso e não teve acesso a formação profissional ou os jovens licenciados em engenharia vítimas da crise na construção civil, ou jovens arquitectos ou advogados vítimas da proletarização forçada para proveito de grandes arquitectos e advogados instalados, com jovens que optaram por licenciaturas em violoncelo, comunicação e relações diversas que acham que as empresas têm de os empregar mesmo sem disporem de qualificações profissionais.

    Porque as suas motivações são motivadas pelos seus interesses pessoais e mais do que protestar contra gerações de políticos que se amanharam e trespassaram as dívidas para as futuras gerações pretendem ter direito a um modelo de direitos adquiridos que já faliu. Mais do que os problemas do país e a busca de soluções pretendem a continuação de um modelo social inviável.

    Desconfio de um movimento que junta jovens defensores da ditadura do proletariado com jovens que votam em Salazar como o maior português, jovens das nossas “boas famílias” com jovens do bloco ou da JCP.

    Este movimento poderá ter nascido espontaneamente mas neste momento tem muito pouco de espontâneo, os jotas de todas as organizações políticas estão envolvidos sob disfarce, a comunicação social de direita está fortemente empenhada e até assistimos ao ridículo de ver um Cavaco Silva que sempre teve horror a manifestações vir apelar à participação.

    Não gosto nada de ser “comido” por parvo! Muitos dos que vejo dizerem estar à rasca sempre tiveram melhor vida do que eu e agora que acham que estão em boa idade de terem as mesmas benesses dos papás estão preocupados.

    Recordo-me das últimas frases do discurso de posse de John F. Kennedy “Por isso meus irmãos americanos não perguntem o que o seu país pode fazer por vocês. Perguntem o que vocês podem fazer pelo seu país. Meus irmãos do mundo: não perguntem o que a America fará por vocês, mas o que juntos podemos fazer pela liberdade do homem.”

    • Eduardo Louro diz:

      Ainda bem que o sistema já te fez pensar dessa forma, caro amigo João.
      Discordo de ti nisto: não sou esquerdista ou direitista camuflado. Tenho é camuflagem de palerma, que ma meteram por cima, sem eu ter pedido. Mas até a palermice tem limites. O sistema que falo, pertence a alguém que já nos induziu a pensar que tudo já está feito para se fazer, estilo “fast-food político”, que só nos quer assim…tipo…imóveis, inop’s, inúteis. Para que a corja seja a mesma, para que o sistema corrupto se eternize. Assim, as pessoas perdem capacidade de mobilização, capacidade de protesto. E quando surgem movimentos como este “Geração á rasca”, são logo apelidados de revolucionários. Para que não ousem contradizer! para que não ousem dizer nada de alegria! Nada de sorrisos, apenas faz o que tem de ser feito como te digo! Sorrir é obra do Demónio! É esta a cultura que temos. A cultura do «não-faças-nada-encolhe-os-ombros». Ao menos, caro amigo João, permita-nos dizer, livremente, queremos sorrir como um demónio que atormenta outro demónio! Deixe-nos dizer, livremente, vou contradizer por achar justo eu ter direito à palavra! Deixe-nos dizer, livremente, quero que me tirem o capote da palermice de cima!!!
      Cumprimentos calorosos!
      Até amanhã!

    • gregorsamsa diz:

      Este (nem me dou ao trabalho de lhe falar na segunda pessoa!) “morcom” está a querer desclassificar uma oportunidade única que temos de mobilização e reclamação(sim reclamação!!) CONTRA OS MAMÕES (sim mamões!) DOS POLÍTICOS de todos os quadrantes (também os há bons….muito pouCUchinhos…!) !
      Quem faz um discurso desse tipo, ou é um desse meninos bem (não tenho nada contra esses desde que sejam cidadãos activos e participativos em prol de um país melhor, como diz a minha priminha de 8 anos….DDDAAAHHHH!!!) ou então é uma pessoa que subiu a pulso, com mérito determinação….e depois acaba como um desse políticos arrivistas e narcisistas, que acham que os portugueses não devem pensar por si mesmos, mas sim “descansar a moleirinha”, que eles (os políticos incompetentes) pensam por nós!
      Já estou como o Bruno Valente diz: “EU VOU CARALHO” para a praça da Batalha!

  30. Duarte diz:

    Ola. Eu vou. .. E queria ser 1000 para irmos todos.

    Alguem me sabe dizer a que horas nos encontamos em Coimbra?

  31. menvp diz:

    Não é só pagar as dívidas que os governos fazem/deixam…
    A «democracia directa» não é solução… mas votar não é passar um ‘cheque em branco’!!!!!!
    Quem paga – vulgo CONTRIBUINTE – deve possuir o Direito à Transparência e o Direito ao Veto das despesas não consideradas prioritárias…

    PELO DIREITO AO VETO DE QUEM PAGA (vulgo contribuinte) blog: Fim da Cidadania Infantil.

  32. Daniel diz:

    Gostava de saber se o que tenho ouvido em alguma comunicação social, acerca de levar uma folha A4 com as nossas reinvindicações, é verdade.
    Mais uma vez parabéns pela iniciativa, a 1ª de muitas! (espero!…)

  33. Ana Oliveira diz:

    Olá!
    Estava desanimada porque quero participar na manifestação, mas não posso deslocar-me a Lx. Agora vi que vai ocorrer também em Faro. Podem informar-me sobre a hora (também começa às 15h?) e o percurso? É mesmo viável esta info., é que ainda não vi/ouvi qualquer cartaz/comentário à realização da manifestação aqui em Faro…

  34. sonia pinto diz:

    eu gostaria de saber qual o percurso k sera feito na cidade do porto.

  35. Rui Nunes diz:

    Sei e sinto que a minha geração sempre foi (e com razão) conotada com a geração do “deixa andar”, do “os outros fazem”, do “deixar para amanha”. O protesto de amanha para mim já venceu por isso mesmo, pois pelo menos teve o condão de despertar consciências, de nos por a pensar no que somos hoje e no que queremos para amanhã. Eu vou.

  36. Duarte diz:

    Olá, parabéns pela iniciativa (afinal aquilo que mais falta faz a este país – iniciativa. É pelo nosso imobilismo e nacional porreirismo, que nos mantêm presos.

    Amanhã estarei na rua, mas esclareçam-me uma coisa: “há confirmação da realização da manifestação em Coimbra?

    “enquanto há força no braço que vinga, que venham ventos virar-nos as quilhas. Seremos muitos, seremos alguém …”

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