Toca todos a participar….

Está a ser produzido um spot publicitário, junto dos organizadores, a ser rodado no Porto. Quem quiser participar no vídeo pode enviar email para geracaoarasca.porto@gmail.com com o assunto “Spot Porto” e os vossos contactos…. Quantos mais, melhor….

Fim-de-semana de rodagem a ser divulgado em breve.

Esta entrada foi publicada em Contacto. ligação permanente.

10 respostas a

  1. Vitor diz:

    A união dos manifestantes deve ultrapassar divisões partidárias, de forma a tornar a manifestação num acto supra-partidário, imune às tentativas de divisão que “os velhos do Restelo” inevitavelmente intentarão (já estão a tentar, aliás). O povo tem o direito, e até o dever, de mostrar que é soberano e exigente.

    A geração rasca, devia chamar-se os “portugueses à rasca”, para ter mais abrangência;

    O manifesto deve ser um documento que deve assentar em poucas frases chave, ou seja, ser eficaz em termos de comunicação. Isso ainda não foi atingido.

    O manifesto deve clarificar o que nós pretendemos para o país, dos governantes e dos partidos políticos, do poder executivo, legislativo e judicial, fazendo um apelo a todos os que se achem capazes de substituir os actuais políticos, que dão sinais de acomodação, total incapacidade de inovação e de auscultar novas ideias e que se estão nas tintas para a soberania popular.

    A democracia não se resume a eleições livres e justas. Se o interesse do povo, do conjunto da Nação, não for acautelado, não se trata de democracia, mas de hipocrisia sustentada pela incapacidade de reacção da sociedade.

    O manifesto deve também incluir o compromisso dos manifestantes para colaborar no projecto que propõem, e para serem persistentes, com manifestações pacificas e ordeiras, até que os objectivos sejam alcançados.

    O desemprego e a precaridade resolve-se com trabalho de todos e com um ensino/ formação que deve ter por objectivo a geração de competência e não simplesmente, as graduações académicas. Estudar é bom, se se tratar do desenvolvimento de todas competências necessárias para enfrentar o mercado de trabalho e contribuir para o progresso. A geração parva deve exigir formação que lhe assegure as devidas competências.

    As empresas que nos interessam são as que têm sede e meios de produção em Portugal, pois são que pagam impostos em Portugal, as que dão emprego em Portugal. Que nos interessam multinacionais portuguesas que dão emprego e pagam os seus impostos no exterior? Que nos interessa a EDP, que investe no exterior, através da exploração do monopólio energético? Que nos interessa a GALP que também é o mesmo? O povo precisa é de ser defendido desses monopólios, que nos atrofiam. Mas os políticos ainda as ajudam a explorar mais o povo, facilitando-lhe aumentos estupidamente altos em época de recessão e facilidades tributárias.

    Há muita competência em Portugal, mas o não funcionamento da justiça, a má fé da máquina das Fiscal, o esbanjamento dos fundos que deveriam ser para as futuras reformas das pessoas, em vez de garantir uma excelente gestão financeira dos mesmos, as dividas e juros contraídos pelo esbanjamento irresponsável, atrofiam a economia e os cidadãos. Isto não é da crise, já vem de antes da mesma.

    Para quê contribuir, se não vemos planos credíveis de salvação da Nação, que atinjam mais fortemente a faixa mais rica da sociedade, e que gerem solidariedade e soluções para os mais necessitados.

    Se não temos esperança, para quê contribuir para o ensino se vos mandam ir trabalhar para o estrangeiro? Os estrangeiros que financiem a formação deles. Portugal não é rico.

    O que devemos exigir, é uma estratégia clara, que devemos confirmar, talvez até em referendo, e seguir atentamente, não pelos dados que os políticos dão nos meios de comunicação de massas, mas de fontes seguras e credíveis, comparáveis ao longo do tempo. Não podemos deixar por o país por o pé em ramo verde.

    Frases chave:

    – Exigência de soluções credíveis aos órgãos de soberania, por parte do povo!
    – Soberania popular. Eleições não chegam;
    – Ordem, paz, união supra-partidária;
    – Postura positiva mas não conivente com a vergonhosa destruição da Pátria portuguesa;

    Se os jovens melhorarem, clarificarem e substanciarem o seu manifesto, eu “um cota”, lá estarei na manifestação, com os jovens!

    Vitor Santos

  2. mitro diz:

    Somos tão lentos a reagir… E depois as revoluções são co-optadas pelo poder económico e volta tudo ao mesmo. As mudanças têm de ser profundas, é preciso mudar o sistema!

    http://mitro.blogspot.com/2008/05/os-filhos-da-nao.html

  3. CC diz:

    A faixa etária da geração à rasca vais dos 23/25 aos 40/45…a outra é a geração precária…coitados que ainda nem sabem que se calhar nem a limpar WC se safam!!

  4. CC diz:

    Não se esqueçam só dos jovens ainda sem família constituída!!! E os jovens que têm família e precisam de 3 empregos para manterem a sua casa e comida!!!

  5. Farto d' Eles diz:

    Pena que tenham censurado o meu comentário! Porquê? Porque relatava uma experiência de vida num período igual ou pior de desemprego entre os jovens? Também eu fui jovem e em 1977 tive de me “virar” e trabalhar no que apareceu. Não gostaram da ideia? Tenho pena! Mas foi real e disso me orgulho.
    Depois, propus que em vez de manifestações folclóricas aproveitassem a ocasião e lançassem um novo partido político (sectorial) o P.J. (Pê Jota), ou seja o Partido da Juventude. Um milhão de jovens votantes daria 15 ou 20 deputados na A.R. Se fossem irreverentes, seriam as verdadeiras espinhas cravadas na garganta do regime.
    Continuam à espera do empregozito de mão beijada? De que os que estãos entados na cadeira se levantem para vos dar lugar?
    Claro que eu com mais de 50 anos continuo a ser mais irreverente do que muitos de 25 que só procuram arranjar um pardieiro onde se acoitem, em vez de tentar mudar toda esta escumalha que se alapou ao poder. Censurem à vontade que não fazem mais do que os que vos impedem um futuro melhor. Ao Arrebenta e ao Rini Luyks ( eh pá a pinga daquela terra que tem a estátua da mulher nua continua a ser bem boa😉 ) os meus parabéns por mais uma vez estarem em cima do acontecimento.
    Mas esta malta, pelos últimos post’s, parece que só procura um “lugar ao sol” em vez de almejarem dar uma sapatada no regime instituído.
    Teremos de importar jovens Gregos, Tunisinos, Egípcios ou Franceses ?
    Duvido que troquem as conversas do bar, a net, o popó pago pelos papás pela saída às ruas em verdadeiros protestos.

    • Para evitar que algumas pessoas se sirvam desta plataforma e venham aqui apelar à violência, todos os comentários têm de ser lidos e aprovados. Infelizmente, nem sempre conseguimos ser rápidos porque nem todos nós temos computadores pessoais ou acesso privilegiado à internet. Porém, nós defendemos a liberdade de opinião pelo que não censuramos posições e opiniões sejam de quem forem. Contudo, se um comentário apelar explicitamente à violência, ele não será aprovado.

  6. Rini Luyks diz:

    Um nome adequado para este movimento podia ser: Revolução dos Escravos…(dos recibos verdes).

  7. Arrebenta diz:

    Apoio ideológico incondicional dos Braganza Mothers

  8. Farto d' Eles diz:

    Meus caros, sou um cota que já passou por situação semelhante em 1977. Após o 25 de Abril também não havia empregos. Restou-me subir a corda a pulso e começou por trabalhar em algo para o qual não tinha sido preparado. Com um curso em Contabilidade e Administração fui trabalhar para a “ferrugem”, ou seja, tornei-me operário metalúrgico e estivador. Custou? Sim, custou, mas deu-me uma carteira profissional. Todos os sábados respondia a “n” anúncios no Expresso, sem qualquer êxito. Essa experiência durou 5 anos, até um dia concorrer a um concurso público num Banco, onde o “metalúrgico” teve um dos melhores psicotécnicos entre 3000 candidatos.
    O conselho é aceitem qualquer coisa fora das vossas competências, e diariamente procurem melhorar. A experiência de vida adquire-se no dia-a-dia, e mesmo não gostando do que se faz, dando sempre o melhor!
    Há ainda o outro lado da moeda. Um empregador perante um candidato que se “virou” tem outra receptividade que alguém que procura o 1º emprego. Tive um colega que andava no 4º ano de engenharia electrotécnica e como trabalhava foi recrutado para a Siemens em detrimento de outros com o curso completo. Apenas porque trabalhava tal como eu na “ferrugem”…
    Agora,mudando de assunto e em relação à manifestação.
    As manifestações são muito folclóricas mas não resolvem nada só por si.
    Eu, se estivesse no vosso lugar tentava criar o Partido da Juventude. Apelaria a todos os jovens para mandar f***r as juventudes partidárias e tentaria que toda a juventude
    em vez de não votar, concentrasse os votos num projecto irreverente.
    Quantos são? 1 milhão? Já viram o que seria 1 milhão de votos com representação parlamentar? Já imaginaram se vos continuariam a ostracizar como têm feito até agora? O caminho é esse! Em vez de partidos que tentam meter tudo no mesmo cadinho, criar um partido que seja a bandeira da juventude. Acham difícil?
    Até eu que já sou um cota prometo votar num partido desse tipo. Ousem lutar!
    Deixem o comodismo e o individualismo e sob a bandeira do “P.J” (até seria gira a sigla pê jota) façam as manifs, os encontros, os festivais de juventude, etc. que unam toda uma juventude com o mesmo objectivo.
    (desculpem o cota intrometer-se…)

  9. Ronaldo Figo diz:

    Não se enqueçam das microempresas (motor gripado da economia nacional) que querem pagar um ordenado decente aos seus 2 ou 3 funcionários e tal é completamente impossivel.

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s